quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

pensamento inutil


Domingo por volta das 11:40 Pude notar que com o passar do tempo vamos reformulando nossas personalidades de tal forma que nosso cotidiano, ambiente, amigos, vão mudando também, os interesses, ambições, prazeres de ontem não são mais os de hoje, e você se pergunta se isso é realmente comum ou se está ficando velho (risos), tudo aquilo ao meu redor era o meu mundo e hoje já não tem mais pôsteres de desenhos nas paredes, não tem mais meus melhores jogos de vídeo game expostos na cômoda – a mesma que já não permanecia mais no meu quarto – ou então o peso de porta que é uma tartaruga de uma famosa animação – que será substituído por um aquário com pedras e conchas marinhas. Realmente, as coisas mudaram! As amizades conglomeradas de antes hoje já não estavam mais ali, e sim poucos, poucos e bons; o prazer de abraçar o mundo já não existia, e sim, abraçar prioridades, manter certa aparência já não fazia parte de mim, e sim manter a aparência “Luiz Antonio”, ontem leria a história em quadrinhos, hoje opto pelo livro que me traga emoções, lições de vida e sabedoria – apesar de ainda adorar ler quadrinhos - ontem tocava balão mágico em minha festa de aniversario, depois Xuxa em meu som, depois Rock em meu MP3 e hoje tenho a Playlist mais diversificada que um ser humano pode ter, que vai da euforia da Cascada ou sensualidade de Pussy cat dolls  , até a potente voz de Shania Twain, 
Ivete Sangalo, a realidade de Mag ou até mesmo o romantismo de Celine Dion.
Realmente, como as coisas mudaram! Modesto, tímido, ávido, libertino, libidinoso, filantrópico, moleque, alternativo, luxurioso, desconsertado, impudico... Hoje não tento mais me decifrar para alguém, pois sei que serei a cifra certa para cada um.
16.12.2011 às 04:06hs 

Relacionamento homo-sexual


Outro dia um amigo me disse: "relacionamento gay é muito complicado?"... Aí esta dúvida foi, mas forte do que eu... Fiquei pensando sobre o assunto e cheguei à seguinte conclusão:
Para responder essa questão é preciso lembrar que relacionamento tanto faz se entre héteros ou entre gays, são sempre complicados. Porém, os gays são também obrigados a lidar com muitas outras dificuldades além das enfrentadas por todo mundo. A mais séria, a meu ver, é a homofobia internalizada. Desde muito cedo aprendemos, entre outras coisas negativas, que. Relacionamentos homossexuais não têm futuro. Que são baseados apenas na satisfação imediata pelo sexo, sem fins de procriação e sem função na sociedade, esses relacionamentos são vistos como narcisistas e imaturos. Os gays crescem sem ter a oportunidade de explorar sua afetividade e sexualidade de forma natural e espontânea, como fazem os héteros, e passam a acreditar que sua diferença está irremediavelmente associada à solidão e ao abandono.

Como essas crenças estão, na maior parte das vezes, no nível inconsciente, eles tendem a buscar fora deles às causas para seu fracasso em obter e manter relacionamentos significativos. "Os gays (os outros, é claro!) só pensam em sexo" ou "ninguém quer nada sério" não são meras constatações da realidade que os cerca, mas indicadores poderosos da sua homofobia internalizada.

Outro sintoma importante da homofobia internalizada é o valor positivo que se costuma dar aos "fora do meio". Esses costumam ser vistos como "superiores", como uma casta que não se mistura com a massa "promíscua" e "fútil" da qual se constitui o mundo gay. Ora, se vive "fora do meio" e rejeitam aqueles que são como ele, como fazer para encontrar um parceiro e para estabelecer um relacionamento que se sustente sem os apoios familiares ou sociais? (situação parecida ocorre com mulheres que só têm amigos gays e se queixam de não conseguir arranjar um namorado).

Outra dificuldade inerente aos relacionamentos gays tem a ver com os papéis de gênero (masculino e feminino), ou seja, os comportamentos e atitudes que a sociedade estabelece para cada um dos gêneros, e que nos são impostos primariamente pela família e pela escola. Os meninos são incentivados a serem fortes e competitivos, a evitarem demonstrações de afeto e a explorarem sua sexualidade de forma mais livre do que as meninas. Com isso, aprendemos pouco sobre como expressar sentimentos e dividir nossa intimidade. Por outro lado, desenvolvemos uma identidade fortemente apoiada na sexualidade e na disputa pelo poder. Como um relacionamento gay envolve necessariamente dois homens, essas características de gênero tendem a ser uma fonte adicional de conflitos. Impossível falar sobre relacionamentos gays sem tratar da questão da "invisibilidade". A maioria dos gays cresce em famílias heterossexuais e passa boa parte da infância e da adolescência sem sequer conhecer um casal gay (abertamente gay e/ou abertamente casal).
Mesmo depois de terem se assumido e passado a conviver com outros gays, não é muito freqüente encontrarem casais gays estáveis e visíveis. Muitos escolhem se "misturar" com os héteros e viver uma vida longe da comunidade gay; ou porque se sentem de alguma forma, ameaçados na sua segurança, ou porque acreditam que o modelo de casal não é compatível com o estilo de vida gay (de novo a homofobia!).

Além disso, a ausência de modelos públicos (como na mídia, por exemplo), a falta de literatura específica sobre o tema (quantos livros sobre relacionamentos gays você conhece?) e de especialistas em aconselhamento para casais gays, torna essa empreitada uma aventura ainda mais solitária. Quando um casal hétero se forma, "os céus dizem amém". É possível, e muito desejável, que o casal compartilhe sua felicidade com a família e os amigos. Quando se depara com as dificuldades naturais dos relacionamentos, encontra apoio e ajuda para resolver os problemas. Quando se separa, além dos ombros de familiares e de amigos para chorar, o casal terá provavelmente a compreensão de todos à sua volta, assim como todos os recursos que a sociedade heterossexual lhe oferece.
Para o casal gay "invisível", a maior parte desses privilégios será negada (como por exemplo, usar uma aliança de namoro com o nome do amado gravado ou mandar flores no trabalho, etc.). Pois como justificar para a família ou para o chefe no trabalho a alegria ou a tristeza do momento? Como enfrentar as crises inevitáveis sem o suporte daqueles que estão próximos? Onde buscar ajuda de forma segura e confiável?Além dessas dificuldades mais específicas, gays, assim como héteros, trazem para seus relacionamentos uma bagagem emocional complexa que se forma, a partir dos primeiros anos, na relação com os pais e se consolida por meio das experiências de vida.

E olha que mesmo com todas estas dificuldades (longe de eu querer fazer apologia á qualquer tipo de sexualidade), já é possível enxergar vantagens no relacionamento gay, pois segundo o Instituto de Pesquisa Rockway, de San Francisco, relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo são mais saudáveis que entre heterossexuais, você acredita?
Uma série de estudos revelou que pessoas que se relacionam com outras do mesmo sexo têm maior probabilidade de relacionamentos maritais e familiares do que aquelas em um relacionamento hétero. Robert Jay, diretor executivo do Instituto Rockway disse que a flexibilidade de gênero dos papéis desempenhados pelas pessoas em um relacionamento gay e a divisão igualitária nas questões domésticas e familiares resulta em relacionamentos mais saudáveis que aqueles heterossexuais apoiados em moldes antigos.

Tão vendo? Então "vamo" namorar minha gente! Seja gay ou hétero, o importante é ser feliz no relacionamento!

Um idealista


É muito difícil resumir o pensamento idealista, uma vez que há divergências de perspectivas teóricas entre os filósofos idealistas. De todo modo, podemos considerar primado do Eu subjetivo como central em todo idealismo, o que não significa necessariamente reduzir a realidade ao pensamento. Assim, na filosofia idealista, o postulado básico é que Eu sou Eu, no sentido de que o Eu é objeto para mim (Eu). Ou seja, a velha oposição entre sujeito e objeto se revela no idealismo como incidente no interior do próprio eu, uma vez que o próprio Eu é o objeto para o sujeito (Eu). O idealismo tem elementos em comum com o preconceito, ou seja, sempre pensar no ideal. Mas na sociedade humana não deveria existir 'o ideal', pois todos nós somos diferentes e isso faz a evolução da sociedade ser maior. “O ideal, então, é a mistura das diferenças”,

sábado, 10 de dezembro de 2011

Decepcionante!

O tempo passa, e a cada dia eu percebo
que andar sozinho parece ser o meu Lema
Confiar parece ser algo a cada dia mais e mais dificil...
Deus e alguns poucos fieis amigos
Tem permanecido em minha vida...
Adoçando minha existencia, com sua
Maravilhosa presença e afago... mas um dia percebo que eles mesmo sendo meus amigos, viverão a vida deles e me abandonara uma hora.
Por amar demais, por ser amigo demais
Muitas das vezes acabo passando
Por situações que eu pergunto
A mim mesmo, porque nao consigo ter mágoa
Por que... tenho que acreditar ainda
...
Já não basta as decepções, as intrigas
Meu coração não ha espaço para magoas!
Uma vez eu li uma frase,
Que retratou muito uns 2 ou mais eventos no
fim do ano passado:
DECEPÇAO NAO MATA, MAS ENSINA A VIVER!!
Aliás, a minha vida toda foi assim...
E ate hoje se repete.
Mas Creio que isso vai passar...
Maior é o que está em mim...
Do que aquele que quer me destruir...
Aprendir a me amar
E assim estou seguindo...
Sem um pedaço, claro...
Mas na vida nao podemos ter tudo
O que é necessario é ser Feliz
Com o que poder ter!

Cuidado, a decepção pode transformar
As mais Doces pessoas
Em pessoas Frias... amargas
E rancorosas.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Quer se apaixonar?

Abro a janela e vejo um mundo de oportunidades a minha volta.Olhando as pessoas que passam vejo um casal de namorados apaixonados...
Vejo um bebê aprendendo a andar...
Vejo a flor desabrochar...
Sinto aquela brisa leve no ar e sinto vontade de me apaixonar.
Isso mesmo quero me apaixonar,viver aquela explosão de sentimentos.Sentir-me nas nuvens,ver tudo cor-de-rosa.
Contar os minutos para ver a minha paixão,estando ao seu lado esquecer de todas as coisas ruins da vida.
Quero viver uma paixão com tanto entusiasmo como se nunca tivesse sofrido ou me desapontado.
Quero viver uma paixão como se essa fosse a única razão de existir me entregar de corpo e alma para a minha paixão.
Quero me apaixonar sem medo,sem reservas.Quero poder ser eu mesmo,quero uma paixão que me tire do sério,que me leve as nuvens,uma paixão avassaladora.
Uma paixão daquelas que faz você acreditar em príncipe encantado,acreditar que tudo vale a pena.Uma paixão que me faça ver muitos passarinhos verdes...Quero me apaixonar, esquecer os amores que não deram certo, esquecer as frustrações, as brigas e os desentendimentos, quero esquecer todas as coisas ruins que me aconteceram. Quero me apaixonar,mas confesso que tenho medo, medo de sofrer, medo de ter e perder, medo de idealizar demais de criar expectativas demais...Medo de abrir mão dos meus sonhos...